sábado, 20 de setembro de 2008

Ontem Ao Luar...


“Ontem ao luar, nós dois em plena solidão. Tu me perguntaste o que era a dor de uma paixão...”
Maris
a Monte

Palavras soariam vazias e mortas para explicar algo que só sei sentir. Não existe descrição, é preciso sentir

Você não entende como dói, mas a dor está ali. Não entende por que dói, e ela permanece ali. Não entende onde dói, mas ela persiste em ali ficar.

Não tem explicação. É algo que dói. Dói não, corrói! É como se lhe fosse tirado algo aos poucos, lentamente, numa espécie de tortura. E é aí, nesse instante, que você se pergunta o que fez para se sentir a assim...

A resposta? Ela não vem!